Beeeijos.
segunda-feira, janeiro 31, 2011
Mais seliinho...
Wííííííí, recebii mais um seliinho da liinda Jéssika Fernanda (http://umdiariodiferentee.blogspot.com/). Ameeei, de verdade.Obrigaada flor.
domingo, janeiro 30, 2011
Please don't let this turn into something it's not
I can only give you everything I've got
I can't be as sorry as you think I should
But I still love you more than anyone else could
Please don't let this turn into something it's not
I can only give you everything I've got
I can't be as sorry as you think I should
But I still love you more than anyone else could
Thanks Snow Patrol, for making your songs to me!
Sentimentos misturados.
Há quem critique essa minha falta de coragem, esse meu incontrolável desejo e compulsão por um mar de carinho, ou a essa necessidade de toda a atenção do mundo. Eu sinto muito, não há nada a se fazer. Não há nada que eu possa fazer, cabe a você aceitar-me ou não. Eu tenho esse comportamento, essa atitude, esse costume, e aquela mania de não dizer nada, porque acredito que os olhos podem descrever exatamente o que se passa. Pena nãoconsigir entender a minha linguagem, ou compreender meus olhares silenciosos, com todos os pedidos na mais pura ingenuidade. Não há maldade que não possa ser captada. Não precisa me dizer que essas palavras estão ficando confusas, misturadas, e dramáticas. Eu sei que deveria apagá-las, desligar o computador, e ir estudar. Eu sei, não precisa ninguém me dizer, infelizmente, minha mente segue todas as regras possíveis, pra me manter na linha, e descobrir o que é produtivo ou não. Mas exatamente agora, é assim que me sinto. Confusa, os sentimentos misturados, com todos os acontecimentos e falas sem qualquer cronologia do tempo. Os olhares me vem, os segundos dobrados, e as canções de trás para frente. As lágrimas, comuns. E está tudo muito bem misturado, quase que homogêneo, simplesmente, deveria sumir. E admitir o fracasso como parte da história, correr até onde sentimentos não existam, onde nada importaria. Só queria deixar tudo, e não olhar pra trás. Correr contra o vento, deixar com que arranhasse meu rosto, e me afogasse em lágrimas. Queria um pouco mais de atenção, e todo o carinho do mundo, até nas mais simples bobices. Por que eu preciso disso? Por que eu não consigo mostrar que não consigo, assim como algumas pessoas ? Por que não posso desviar o olhar? Por que eu não posso não olhar? Por que não posso respirar muito longe? Por que o ar pros meus pulmões, não é do tipo, independente? Por que tantas perguntas? E para onde foram as respostas? Por que tudo isso? Para onde foi tudo aquilo, de alguns dias atrás? Simplesmente, não há resposta. Eu sou uma incógnita, isso tudo é uma equação sem resolução. Não se sabe qualquer resultado, ou qualquer outra coisa. Não se entende a mim. Não me entendo. Não entendo qualquer coisa que diz respeito a tais acontecimentos, e tamanha atitude. Voz grave, ou olhar perdido. Não há como entender esse alguém, ou mais diretamente você, por ser exatamente como eu. O que não justifica tal ato, ou modo de agir. Mas tudo bem. Eu me rendo, e acabo de me entregar, parabéns. Venceu, mas não continue assim.A menos que queria minha cara amarrada, minha voz aposentada, a mesma música toda hora. Esses são alguns dos efeitos colaterais, do fracasso, e por me causar tamanho drama. Não disse que seria de graça, tampouco fácil. Mas tudo muda, quando não se preocupa com nada disso. Sua escolha. Pode ir, o poder está ai, bem nas suas duas mãos lindas. Desfrute-o.
sábado, janeiro 29, 2011
Miimos.
Ola pessoiitas, recebi mais selinhos fofiinhos. Esses aí são da querida Dessa Brito (http://dessabritto.blogspot.com/):

E esses, são da linda Polyana (http://polyssland.blogspot.com/):



Obrigada mesmo meniinas. Amei de coração. Besos.
ps: sintam-se a vontade de tomarem posse.

E esses, são da linda Polyana (http://polyssland.blogspot.com/):



ps: sintam-se a vontade de tomarem posse.
segunda-feira, janeiro 24, 2011
Desejada petulância.
Eu deveria começar isso, com todas as exigências que se exigem as cartas, mas pensando melhor meu assunto é mais urgente do que qualquer tempo que levaria a saudações, ou coisas do tipo. Pra se dizer a verdade, não são merecedores de minhas saudações, e aqui vai mais diretamente e claro do que nunca, mais sarcástico do que qualquer outra coisa que se tenha visto. Aí vai, com a parte de mim que não conseguiram atingir, e que nem conseguirão, está mais guardado do que possam imaginar, está mais profundo em mim do que os estragos daquelas palavras. Mais intacto do que imaginaram, mais forte. E vai estar sempre. E então por meio dessa dúzia de palavras, eu convoco-os, queridos telespectadores da minha minha querida peça teatral, chamada vida, vão embora. Isso vão, virem me as costas, me deixem. Quem sabe eu não me sairei melhor sem ninguém por perto. Eu já implorei, mas não houve qualquer ajuda com o meu roteiro pessoal. E então, ficou tudo por minha conta. Eu me virei sozinha. Eu tive que fazer os ajustes e arrumar luzes, abrir as cortinas, tudo para se parecer com uma peça teatral comum, fingi sorrisos, e encarei a platéia. Tudo parecia perfeito, mas só eu sabia e soube, o que estava por trás das cortinas, o que ficara dentro do camarim. Toda a maquiagem necessária, e mesmo assim borrou. Escorreu pelo rosto, e minha farsa peça, estava por um triz. Os murmúrios já eram altos demais, sufocavam a mim, e aos meus personagens. Quando eu imaginei que conseguiria atingir ao fim, que ouviria o som das palmas, eu entendi todos vocês. Eu vi como me olhavam, e a falta de fé em mim, a falta de preocupação, o som das vozes ecoavam e eu não queria ouvir. Mas ouvi, todos, um por um. Gravei os olhares em mim, tatuei cada gesto, e revirar de olhos, anotei cada deboche, cada apontamento. Ficou tudo em mim, eu me recordo de tudo, e nada vai conseguir tirar, nada. Nem o tempo, nem ninguém. Eu vou me recordar pra sempre. E exatamente por isso, os expulso. Saiam daqui. Deixem me só. Só, com essa mesma música, e os mesmos personagens. Eu continuarei aqui, improvisando na medida do possível, caindo, e levantando, como se tudo fizesse parte da peça. E quero que saibam, que eu não vou mudar, nada. Não vou dar atenção. Já dei atenção demais, mais que o suficiente, e olha no que deu, perdi meu tempo. Saibam que as luzes se acenderam, mas ainda não acabou. Meus olhos se ofuscaram, e eu derramei lágrimas. Mas já foi. E agora, vão. As cortinas estarão sempre abertas, e vocês estarão de fora. Espero que o fim seja tão próspero, tão inesperado, que surpreenda até a mim. E eu já não precisarei de nenhuma atenção, nem das vossas palmas. Obrigada.
domingo, janeiro 23, 2011
Iuupííí, eu gaanhei mais um seliinho, da queridííísima Gisele Braga (http://todoamorqueeuguardei.blogspot.com)
Ameeei de verdade. Obrigada floor.
Ameeei de verdade. Obrigada floor.
Beeijos.
sábado, janeiro 22, 2011
Only, love.
É quase impossível uma combinação de palavras que consiga dizer o que é realmente isso mas o que devo fazer? Tudo fica aqui dentro, e de certa forma de conforta, me sinto segura. Eu só gostaria de saber o que é realmente amor. Acredito que amor, foi o maior nível de sentimento que tiveram certa capacidade para dar-se um nome. E infelizmente não há um significado que se possa dar objetivamente. E o sentido denotativo nada tem a ver com o verdadeiro amor. Pra se constar, amor é totalmente conotativo, pura poesia. Amor, é o encontro de olhares, e troca de energia. É sentir-se perto, pertíssimo, e não medir distância qualquer. É mesmo sem querer, sentir o perfume conhecido. É sorrir sem um motivo sequer. É ficar, mesmo que o mundo se vá. É sentir um aperto, quando chega a hora de ir. É sentir falta. É sentir saudade independente de quanto tempo faz. É matá-la com todas as formas possíveis. É poder conhecer a alma do outro. É abraçar, e tocar o coração. É sorrir com os olhos. É a combinação de lágrimas escondidas. É sonho que não se conta. É segredo que o coração desconhece. É entregar todo seu mundo, e deixá-lo que tenha um novo sistema solar, de acordo com a vontade alheia. É não dizer tudo que pensa, ou que quer, é deixar que se descubra, que desperte curiosidade em tomar conhecimento.É a mesma música,e um único pensamento. Ou todas as músicas de todo o mundo, e só um certo alguém.É acreditar que dias melhores virão. É sonhar com os olhos bem abertos. É não saber o que dizer. É acordar sorrindo. É cuidar, muito bem por sinal. É se preocupar com coisas banais, mas que diz respeito ao outro. É não se importar com o que o mundo pensa, mas se entristecer por não pensar como você, por não sentir com se sente. É se calar quando se tem muito a dizer, mas nada agradável. É desenhar os sonhos em um papel qualquer. É criar momentos imaginários e secretos. É assistir filmes românticos, e trocar os personagens. É escrever os melhores momentos, ou seja, todos. É sorrir ao pensar no outro. É esperar ansiosamente para contemplar o amor,mesmos que por minúsculos, eternos segundos. É ter que pedir perdão, e saber perdoar. É dar forças. É sorrir junto. É segurar lágrimas, ou chorar junto. É abraçar forte. É não se importar com a passagem do tempo. É esperar. É entender manias, ou respeitar limites. É um único alguém que se tenha total confiança. É não ter que mentir. É a junção de corpos, almas, e corações. No entanto, torna-se-ão um. É pedir as estrelas que escreva os nomes no céu. É pra sempre. Amor, só encontra uma única vez na vida. É não encontrar defeitos, por mais que estejam mais do que estampados. Por mais que se procure, não se encontra nenhuma dessas definições, em todos os dicionários do mundo. Simplesmente, porque somente se sente. Não há como descrever. Só se sente. Se sente.
Ooh, be my baby. I´ll look after you.(8)
ps: I love you.
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