Meu dia não foi o dos melhores, talvez entre para a lista dos mais chorosos, mas enfim, foi o que achei de mais interessante para se fotografar hoje.
xoxo
domingo, janeiro 08, 2012
sábado, janeiro 07, 2012
sexta-feira, janeiro 06, 2012
quinta-feira, janeiro 05, 2012
Day 05
Depois de uma tempestade de gelo por aqui, totalmente, fora do comum, o estado do meu cabelo (:
xoxo

quarta-feira, janeiro 04, 2012
Projeto 365- Day 4
Olá. Não que eu costume iniciar os meus com saudações, na verdade não sou muito boa com isso. No entanto, como a maioria das blogueiras da blogsfera, leitora assídua, e viciada em Depois dos Quinze, da linda Br, eu estava perambulando por lá, quando me deparo com uma idéia maravilhosa, o tal projeto 365, ou melhor 366 no caso deste ano. Bom, acredito que o funcionamento do projeto, é nada menos do que uma fotografia por dia, todos os 365, digo 366 dias do ano. Confesso que estou atrasada uns dias, mas estou empolgadíssima. Porém, sei que será um pouco com.plicado, afinal, é ano de vestibular, e coisas do tipo, mas farei o possível e o impossível para que consiga todos os dias. Escolhi o blog para expô-las, porque é o meu espaço mais pessoal. Fica a dica, e espero que gostem.

sexta-feira, dezembro 16, 2011
E será que teria algum título?!
Talvez eu devesse ser taxada de ingrata, ou mal agradecida como diria minha mãe. Eu realmente tenho passado por uma temporada de flores, segundo Leoni, é tenho. Também depois de um inverno sem cores, e lágrimas de forrar um quarto inteiro, e molhar inúmeras madrugadas frias, além de ensopar fronhas e fronhas, depois disso as coisas pareceram ter finalmente encontrado os devidos lugares. E eu suspirei de alívio, me larguei um pouco, cresci um pouco, focalizei um pouco mais, em outras coisas. Mas então, quando as estribeiras dão uma chacoalhada legal, eu me reviro, e corro sempre para o mesmo lugar. Me corroo e não digo nada. E o fato é, ninguém percebe, nem mesmo o certo alguém, mas as coisas ainda pareciam tudo sob controle. Eu dizia para eu mesma. Irônico, eu sempre me lamentando por causa das minhas impressões, com uma pontinha da minha intuição, que cá entre nós, nunca erra. E lá, ou melhor, aqui, estou eu novamente, a chorar palavras, a temer fatos, e de dedos cruzados para que o melhor ainda esteja por aí, perdido de mim, mas que sempre ainda esteja por vir.
Eu sempre me encantei por meses de Dezembro, e pelas cores que todos eles trazem, mas este ainda não me encantou, ou sou eu que ainda não me permiti. Não adianta, não adianta. Todo mundo pode estar sorrindo, esbanjando alegria, e contando os dias para o fim destes doze meses, mas se o tal alguém não me sorri de volta, ou não faz questão de estar comigo, eu não consigo. É tão injusto isso. Com tanta gente por ai, eu não me permito sorrir, por motivo de uma só. É injusto, e o amor é uma droga. Não, eu nunca me imaginei dizendo isso do tão imaculado amor. Na verdade, eu nunca imaginei que algum dia poderia me sentir assim. Ou que o tal alguém, pudesse me fazer sentir assim. A gente faz tanta coisa, mas tanta com aquela esperançazinha de que seja recíproco, tudo recíproco. Mas, tola eu, e todo mundo que tem a tal mania de amar por completo, de sentir por completo, por se entregar por completo. Não é tudo, completamente, na verdade, é quase nada. Mas você se contenta com o pouco que recebe, ou o quase nada que se doam. Porque eu, tolíssima, me sinto bem com uns abraços, poucos, e alguns beijos corridos. Não, eu não me contento nada. Eu finjo. É finjo sim, e subo as escadas de ombros caidos, e arrastando os pés. Piscando os olhos com força, é todo mundo sabe, pra segurar o choro. É bobagem, mas eu me abalo, por mais ok, que eu pareça estar. Eu estou aos berros por dentro, explodindo a cada batida do coração, até então exuberante. Tentando entender se talvez eu não faria o mesmo, mesmo sabendo, que no final das contas, eu ainda faço a contagem regressiva pro final de semana. Mas tudo bem, eu ainda estou com os dedos cruzados, esperando um sorriso de volta.

domingo, outubro 23, 2011
Eu fico mal de mim.

Eu sou dessas que se apaixona fácil. Basta meia dúzia de palavras, algumas conversas jogadas fora, um livro em comum, e um sorriso assim, sem porque. Eu sou dessas que se entrega demais, que se envolve demais. Se apega demais. Se doa demais, se dói demais. Chora demais. Eu sou sim. Eu gosto de ser assim. Eu me calo demais, e quase não digo nada. Eu gosto de observar quando pousa os olhos em mim. E me olha comer. Sempre tive horror de quem me comer, mas de você não. Sempre fui cautelosa em comer, e não deixar derramar pra fora do prato, mas perto de você não. Sempre tive medo de não saber como fazer, mas com você não. Eu realmente não sabia que minhas narinas se abriam levemente enquanto eu rio, e não me incomodei quando você disse. Além disso, sempre tive vergonha da minha risada, mas gargalho mais alto que o comum quando você está por perto. São coisas assim, simplórias que me fazem sentir como se te conhecesse a mil anos luz. São coisas assim que me doem aqui, quando eu não posso ter o nosso fim de semana. Eu sei que você não se doa demais, que você não se permite muito. Que você é reservado. Você fala sobre tudo, exceto sobre quais são os seus pensamentos. Você não diz quase nada também, menos do que eu até. E aí a gente fica mudo, mas eu gosto de te ter por perto, mesmo que seja pra ficar mudo. Só pra ver você dormir, e resmungar enquanto sonha. Só pra saber que tá ali na sala, ou na cozinha. Só pra saber que está por perto, e que se eu gritar você ouve. Só pra saber que tá respirando aqui perto do meu pescoço. Só pra saber que o que tá fazendo. Eu gosto de te ter por perto, só pra poder deitar no seu colo, e você bagunçar meu cabelo. Só pra te ter, aqui. Eu gosto de assistir filme, como todo fim de semana, só pra te ter aqui perto. Só por saber que você tá aqui. Eu gosto de ver rir, porque sem porque alguma coisa ri aqui dentro também. Porque se eu não te tenho, como de costume, eu fico mal. Mal acostumada, mal de alma, mal de coração, mal de cabeça, mal de mim. Porque se eu não te tenho aqui, por perto, eu me perco. Se eu não te tenho aqui, eu não sei o que fazer. E eu fico mal. Mal. Chata. É, eu fico sim.

Assinar:
Postagens (Atom)




